Notícias - 15/09/2007
outro
lado
Conselheiros não se vêem envolvidos
DA
REPORTAGEM LOCAL
Tanto
Andrés Sanches como Paulo Garcia se manifestaram sobre o
envolvimento de seus nomes nas escutas telefônicas da Polícia
Federal na Operação Perestroika.
Ambos disseram
não acreditar que terão suas candidaturas à
presidência do Corinthians prejudicadas por isso.
Garcia
reagiu com indignação ao ser informado de que seu nome
fora citado por Alberto Dualib em conversa telefônica.
Classificou a citação como "absurda" e
afirmou também que jamais conversou com alguém sobre
"caixa dois".
"É um absurdo isso. Nunca
tive intimidade com ele e nunca conversei sobre isso com ele nem com
ninguém. Sou um cara sério, não tenho esse tipo
de negócio. É um absurdo que um clube tenha caixa
dois", declarou Garcia, que cogita a hipótese de até
mesmo processar Dualib por causa do diálogo do presidente
afastado. "Ele terá de provar isso."
Já
Andrés Sanches, sobre sua conversa em que afirma que ajudaria
o Corinthians se Kia pedisse, se disse "sempre disposto a ajudar
o Corinthians" e reiterou que sempre manteve bom relacionamento
com o iraniano.
Com relação ao diálogo em
que é flagrado conversando com Nesi Curi, mesmo após
ter se tornado oposição, o conselheiro declarou: "No
Corinthians todo mundo sempre fala com todo mundo".
"O
que me ajuda é que não estou em nenhuma falcatrua",
completou Sanches. (EAR, PGA E RM)
(Folha de S.Paulo, Folha Esporte, 15/09/2007)